Um Prego no Meio da Rua

A gente pensa que supera... Para certas perdas não há tal coisa. Comecei a ler este livro sem saber do enredo e, pra minha surpresa, ele começa com o drama de um senhor que acabou de perder sua esposa depois de 48 anos de casamento. Como não lembrar do meu velhinho que se foi em... Continue lendo →

Nada a ver como era antes

Um dia acreditei na permanência das coisas, do semblante no espelho a pessoas achegadas. Tudo um arquivo vivo de escaninhos feitos pra durar. Um dia, que foi anteontem, pensava me conhecer como se fosse um cômodo por onde se faz inventário com os olhos das medidas, mobília, enfeites e até da incidência de luz sobre o sofá de... Continue lendo →

A Paz dos 30 não Tem Nome nem Muros

É qualquer coisa de mais mansa e desafetada como chuva miúda que molha, mas sem estrago.   Os dias vão ficando assim menos sensacionalistas, com o olhar se demorando um pouco mais em pormenores como se visse uma pintura momentânea e por isso agisse para estar alinhado, sorvendo suas tintas e lombadas. É mais bonita a... Continue lendo →

Temos Smart Phones, Mas e o Tato?

"As pessoas não se olham mais no metrô, nas ruas." Ouvi essa frase de uma senhora uns meses atrás e na época achei meio exagero. Que tonta, eu!! Ela estava coberta de razão. O pessoal parece um zumbi hipnotizado pelo efeito smart phone, com a cara enterrada na tela como se o barato da vida... Continue lendo →

Desmanche

Chega às vezes ao ponto do Nada Aquela instância de viver em que não se pretende ocupar muito espaço no mundo porque o silêncio firmou-se como o auge, o absurdo de acúmulo em experiência tátil com a vida. Vida... Imediata, sem pontes nem grades.... Um diluir-se mesclar-se sujar-se com os odores e volumes dos outros Um... Continue lendo →

Um Manifesto de Amabilidades

Que sempre haja entre nós espaço para a minha e a tua naturalidade vingarem E que todas as ideias de supremacia e dominação evaporem no exato momento em que meus olhos cruzarem com os teus. Deixemos, então, os acessos de egoísmo esperando num canto da sala para brincar de ser dupla, liga e comunhão fundidos... Continue lendo →

Pra que servem os homens?

Para preencher carnalidades pulsantes e pouco refutáveis; violar nossas fachadas de santas imaculadas; sucumbir à tentação convincente de tetas coxas quadris vagina e lábios pintados?   Ou para serem filhos amansados no quentinho de um amor naturalmente zeloso e vigilante?   São eles pais, tecedores de abrigos físicos e simbólicos contra os medos que sentimos... Continue lendo →

Fêmeas, Mulheres e Moldes

No último dia deste mês faço 3.0 com comemorações bem menos faraônicas do que eu imaginava para a ocasião. Sim, é uma virada de página importante,  ritual de passagem e tal, mas num plano alargado, não passa de um dentre milhares de simbolismos que criamos para decorar (ou complicar) a vida.   Que haja o... Continue lendo →

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