Um Manifesto de Amabilidades

Que sempre haja entre nós espaço para a minha e a tua naturalidade vingarem E que todas as ideias de supremacia e dominação evaporem no exato momento em que meus olhos cruzarem com os teus. Deixemos, então, os acessos de egoísmo esperando num canto da sala para brincar de ser dupla, liga e comunhão fundidos... Continue lendo →

Pra que servem os homens?

Para preencher carnalidades pulsantes e pouco refutáveis; violar nossas fachadas de santas imaculadas; sucumbir à tentação convincente de tetas coxas quadris vagina e lábios pintados?   Ou para serem filhos amansados no quentinho de um amor naturalmente zeloso e vigilante?   São eles pais, tecedores de abrigos físicos e simbólicos contra os medos que sentimos... Continue lendo →

Fêmeas, Mulheres e Moldes

No último dia deste mês faço 3.0 com comemorações bem menos faraônicas do que eu imaginava para a ocasião. Sim, é uma virada de página importante,  ritual de passagem e tal, mas num plano alargado, não passa de um dentre milhares de simbolismos que criamos para decorar (ou complicar) a vida.   Que haja o... Continue lendo →

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