Blues and Beats

Você bem que podia ainda estar vivo pra eu te saudar pessoalmente e ouvir esses solos espichados de quem tem manha, de quem sabe o que faz, oh se sabe!

Eu te dançaria até encharcar a roupa e ver o suor escorrendo espinha abaixo com uma bebida qualquer na mão só pra molhar a garganta.
E quando o corpo cansasse, meu bem, eu pararia escorada num canto sorrindo o meu muito obrigada pelo seu gingado simpático tão rente, tão largo!

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I Believe To My Soul – BB King

Um Prego no Meio da Rua

A gente pensa que supera…

Para certas perdas não há tal coisa.

Comecei a ler este livro sem saber do enredo e, pra minha surpresa, ele começa com o drama de um senhor que acabou de perder sua esposa depois de 48 anos de casamento.

Como não lembrar do meu velhinho que se foi em 2016?
Impossível!

Chorei até ficar sem ar e ter que abandonar a leitura.

Fui me amuar no quarto pensando que o vazio e a dor nunca passam. Eles só se acomodam num canto menos evidente, vindo à tona quando algo ou alguém aperta o gatilho.

Mais adiante na leitura, ganhei um consolo:

“… um dia essa saudade vai ser benigna, a lembrança da sua esposa vai trazer-lhe um sorriso aos lábios porque é isso que a saudade faz, constrói uma memória que nós nos orgulhamos de guardar, como um troféu de vida… que já não dói e que lhe traz apenas felicidade…”

Estou contando com isso de verdade.

Leiam muitos bons livros, pessoal.

Às vezes, machucam, mas também afagam porque dentro deles cabe toda a humanidade que temos, da miséria à glória, do lodo ao paraíso. E a gente vai ficando mais bem situado com esses estremecimentos da vida. Continuar lendo

Fêmeas, Mulheres e Moldes

No último dia deste mês faço 3.0 com comemorações bem menos faraônicas do que eu imaginava para a ocasião.

Sim, é uma virada de página importante,  ritual de passagem e tal,

mas num plano alargado, não passa de um dentre milhares de simbolismos que criamos para decorar (ou complicar) a vida.

 

Que haja o essencial, então:

 

saúde, família

amigos

encontros

afeto

(E um pedido secreto atendido)

(E muita comida boa na mesa)

 

A crise dos 30 veio aos 28 porque eu gosto de precocidade.

 

É isso o que eu realmente quero da vida?

O que funciona pra mim?

Onde e com quem quero estar?

Isso vale? Não vale?

E o quanto vale?

 

Carreira divórcio sonhos  pazes com o passado

individualismo

generosidade

os outros

e

eu

LUTOS

choro cuspido

divã com o espelho

meu colo,

meu ninho

 

Hasodot é um filme israelense sobre mulheres e sua dinâmica asfixiada dentro de um mundo de homens.

“Como Nossos Pais” já marca a transição ou coexistência pouco pacífica entre os tempos de submissão e os de empoderamento feminino.

Tradições, feminismo, dramas familiares, sexualidade constrangida, amores,

tabus externos construindo amarras internas aqui,

ou encorajando transgressões ali.

 

Às vezes, a força do social entranha ainda mais correntes e trincheiras na alma das pessoas.

Em outros casos, o incômodo das feridas abertas é o que impulsiona nossos voos mais audaciosos.

 

Difícil saber o que vinga apoiado no quê.

Algumas mulheres são guerreiras por terem essência para isso ou pelo sangrar do chicote?

É uma questão de escolha ou falta dela?

Não faço a menor ideia…

 

Naomi e Michelle se apaixonam.

A primeira, austera e reprimida por fora. Filha exemplar, linda, inteligente, prendada, seca, impessoal, impermeável. Único traço de viço: a religiosidade.

Michelle = Criada na França, desbocada, presunçosa. Moderninha e rebelde por fora, tradicional e romântica por dentro. Quer casar e ter uma família normal. Abandona a amante por isso.

Para mim, a melhor fala do filme sai da boca de um homem – o noivo de Michelle.

“Não que eu seja especialista em assuntos do coração, mas entendo alguma coisa sobre música. Na música, você sempre aprende a tocar do modo tradicional, mas às vezes, o modo não tradicional é o certo”.

Um discreto “você e minha futura esposa podem se pegar à vontade”?

Talvez.

 

Amei esse trecho porque ele tem gosto de vida real e o que foi sugerido para questões amorosas/sexuais vale, na verdade, para tudo.

Quando acatar a hereditariedade dos costumes, normas e desejos?

Quando escrever uma nova história e ser revolucionária?

Está aí um prato cheio para os nossos nervos e neurônios.

 

Mulheres e homens de hoje vivem a angústia da liberdade, com seu mosaico de rotas e consequências que anima, desespera. É o drama do filme Efeito Borboleta vivido cada vez com mais nitidez para quem ousa notá-lo. Para todas as outras mulheres (e homens), a vida continua sendo como a de nossos pais.

 

O que aprendi trabalhando em cruzeiro

Entre o fim de 2010 e início de 2011, lá estava eu dormindo num país, acordando em outro, trabalhando no modo burro de carga e vivendo a experiência mais extremada (no bom e no mau sentido) da minha breve presença neste mundo.

Eu, a garota fresca que só gostava de esforço mental, enfrentando jornadas de 10h diárias sempre em pé e sem NENHUM dia de folga AT ALL, com exceção das 375 mil vezes que fui parar na enfermaria com alguma zica.

Ainda lembro da minha mãe chocada:

– Aline, você não sabe fazer sua cama e vai trabalhar num navio?!!!

Eu: Vou, mãe. Eu dou meu jeito, aprendo. Agora me mostra aí como se faz uma cama direitinho. (A loka!!!)

E as minhas maiores lições desses 3 longuíssimos meses eu compartilho agora com vocês.

Como se desembarca quase 500 passageiros (e suas toneladas de bagagem) num dia e se embarca a mesma quantidade menos de 24 horas depois eficientemente e sem tumulto? Os norte-americanos e qualquer outro povo trabalhado em estratégia, logística, disciplina e consistência têm a resposta. Fazíamos isso toda semana e, por mais que a correria fosse frenética, tudo fluía bem. Eu surtei nos primeiros “embarcation days”, mas depois tirei de letra.

Desenvolver poderes mediúnicos para me locomover dentro de um navio onde todos os corredores são exatamente iguais. Quantas vezes eu me perdi no caminho para minha cabine ou o crew mess (refeitório)? Desisti de contar.

Uma pessoa cujo quarto era um ninho de porco abandonado (antes do navio) pode se transformar num ser evoluído capaz de dobrar mais de 100 toalhas em meia hora sim, senhor (e com o logo na posição certa).

Lavar banheiros é uma das atividades mais terapêuticas que existe. Gosto de fazer isso até hoje. Mas confesso que era ótimo trabalhar para um povo (norte-americanos e canadenses, em sua maioria) avesso a banhos diários, pois lavar e secar quase 20 banheiros em poucas horas não é a coisa mais agradável de se fazer. Houve casos da semana inteira passar e as criaturas só tomarem 1 banho. Sem comentários.

Não há diferença cultural que atrapalhe a boa convivência quando a lei máxima é o respeito. Indianos, europeus, latinos, chineses, africanos, etc. Era lindíssimo de se ver. Ali descobri o quão cosmopolita eu sou, me encanto com heterogeneidades.

Ser simpática e atenciosa abre portas lucrativas. Ganhei gorjetas maravilhosas, casaco, perfume, era tietada por hóspedes, comia horrores. Ê vidão.

Poucas conquistas são mais gratificantes que a superação dos nossos próprios limites. Quanta coisa eu aprendi em tempo recorde e do zero!

arrumar um trolley gigante com toalhas, kits de banho, gelo, produtos de limpeza, aspirar o corredor, levar e buscar roupas na lavanderia, tirar dúvidas dos passageiros, ajudá-los com o colete salva-vidas em dia de drill (simulação de emergência), deixar tudo impecável em qualquer ambiente (incluindo a minha cabine, que era inspecionada regularmente) e sempre trabalhar pela excelência. A experiência num transatlântico 5 estrelas me tornou uma pessoa detalhista e muito mais exigente.

Às vezes, o reconhecimento dos outros faz toda a diferença. Foi por ter ouvido de nativos: “Aly, você morou nos Estados Unidos? Você fala como a gente”, que eu voltei para o Brasil decidida a tentar a carreira de tradutora. Antes disso, achava que não era boa o suficiente.

Viajar e se aventurar pelo mundo é ótimo, mas ter para quem voltar é um privilégio. Amei ver minha família e amigos no porto. Foi uma emoção sem igual. E o orgulho dos meus pais ao me ver falando em inglês com os oficiais não tem preço.

O abismo das desigualdades é profundo. Conviver com o luxo extremo “para os outros” não é a experiência mais acalentadora. Quanta ostentação, quanto desperdício para movimentar uma indústria bilionária.

O desgaste emocional num sistema de confinamento como esse é democrático. Apesar de ter trabalhado no departamento de Housekeeping, tinha contato com alguns dos oficiais e o desespero no olhar deles não era menor que o dos tripulantes em posições menos privilegiadas. Até porque, do capitão ao faxineiro, todos trabalhávamos por 2 ou 3, já que a sobrecarga é um dos pilares desse esquema.

O corpo e o psicológico têm limites bem palpáveis. Era pra eu ficar 6 meses, mas no fim do terceiro, já estava em frangalhos. Meus colegas diziam:

Miss Brazil, você está definhando. Entrou aqui tão bonita…..

Na minha última ida à enfermaria, o médico soltou:

Isso aqui não é pra você, menina. Volta pra casa. Está se acabando.

E eu voltei. Não sem antes passar por um baita susto.

Quinze dias de “Dry Doc” (reforma do navio em que se trocou da fiação ao carpete) em Nápoles (num frio do cacete). O aroma do ambiente era: pó de serra, tinta, verniz e poeira. E eu, nenhum pouco alérgica, sofri desde o primeiro dia. Lá pelo meio do inferno, tive uma crise como nunca. Olhos e garganta queimando, nariz extremamente irritado, puxava o ar e nada. Só lembro de uma colega dizendo:

Você está toda vermelha!

E da minha chefe literalmente me arrastando pelos corredores e esmurrando a porta da enfermaria; fui examinada, me deram uma injeção e eu passei o resto do dia descansando na minha cabine.

Depois disso, trabalhei mais algum tempo até desembarcar no estilo a “Desnutrida do Ano”. Embarquei com os meus 53kg de sempre, voltei com 46. Pra ser magra eu ainda precisava engordar um tanto. Era só testa, cabelo e dente. Hahahaahaha.

Mas valeu cada momento. Conheci lugares incríveis, fiz boas amizades, deixei o nariz empinado de lado e me tornei bem mais humilde e resiliente. Hoje em dia, pouca coisa me intimida porque sei do que sou capaz quando me ponho inteira e determinada. Continuar lendo

Terapia – Coisa de Gente Inteligente

Ninguém se faz sozinho, ninguém se cura sozinho

tudo em volta contribui para a nossa saúde e a nossa doença

porque dentro e fora são as faces de uma mesma moeda.

O bicho homem é um treco complicado, denso, contraditório, com um punhado de consciência (em alguns casos, apenas uns grãos) e um oceano de conteúdos submersos, misteriosos que controlam em grande medida seus impulsos.

Quem somos?

Difícil de dizer….

Do que somos morada?

Aí fica mais fácil

Memórias vivências sonhos encantamentos desilusões saudades projetos tédios ódios revoltas vergonhas remorsos ternuras amores vitórias carinhos…

Tudo assim no plural, sem vírgula nem critério.

De perto todos são caóticos, cheios de questões mal digeridas e entraves substanciais que atrapalham, quando não detonam totalmente, o fluir da nossa vida e das pessoas que nos cercam.

E por que não me tratar?

Por que não buscar um mediador/mediadora entre minhas entidades e o mundo?

Terapia não é coisa de maluco ou gente mimada.

Terapia é para os inteligentes.

Fiz e farei novamente. Recomendo.

No vídeo abaixo, a atriz Luana Piovani fala da diferença entre terapia e análise (segundo sua experiência com ambas) e também compartilha alguns detalhes de anos com os tratamentos.

 

Beijos. Fui!

 

Melancolia – Aprendendo a se Gerir

Quem em sã consciência é alegre e otimista o tempo todo?

A vida é tão sinuosa, tão cheia de ganhos e perdas que o jeito mais razoável de vivê-la me parece algo assim bem corpo a corpo, lidando com as contingências de cada momento e tendo, sempre que possível, a saúde global como referência primeira.

Choro, riso, paixões, fúrias, lutos, amores, desafetos…

Aprender a lidar com os efeitos de cada estado de espírito, ponderando sobre suas causas e impactos práticos no cotidiano é uma incumbência existencial de primeiríssima grandeza; o único passaporte para a maturidade com status autêntico e sustentável.

Num mundo ideal, receberíamos como pais criaturas experimentadas nessa arte de se gerir e melhorar, mas neste aqui a realidade é catastrófica. A maioria dos adultos gera outras vidas no mais completo breu sobre suas próprias deficiências psicológicas e afetivas; ainda são cheios de traumas, ressentimentos, repressões e ideais totalmente defasados. Ainda vivem sob o estigma de vítimas do mundo.

A dica de hoje é um Café Filosófico com a psicóloga Julieta Jerusalinsky, especializada na área infantil.

O foco do debate é a melancolia nas crianças e suas causas mais frequentes, mas é perfeitamente possível se fazer um paralelo com a realidade dos adultos. Até porque, de certo modo, nunca crescemos de todo, sempre guardamos reminiscências das impressões e convicções assimiladas nos primeiros anos de vida; operamos segundo uma infinidade de crenças e preconceitos formulados numa época anterior à formação de um discernimento mais sofisticado. Daí a importância de análises (em consultório ou por conta própria) permanentes dos nossos filtros e valores.

A palestra é longa, mas a voz e o vocabulário da Julieta são tão agradáveis que o tempo voa.

Espero que gostem! Beijos! 😉

10 Músicas pra Amar o Rock

Aquelas músicas que me fazem parar tudo pra viajar, dançar ou berrar a letra.

Aquelas que eu nem posso ouvir quando preciso de muita concentração ou compostura dado o nível de frenesi que me causam.

São elas, ou melhor, algumas delas porque minhas 377 mil playlists jamais caberiam num único post.

Vida longa ao Rock!!!!

Kings of Leon – King of the Rodeo

Franz Ferdinand – I’m Your Villain

Los Hermanos – Horizonte Distante

The Black Keys – Next Girl

BB King/Eric Clapton – The Thriller is Gone (PHODAAAA)

Pink Floyd – Time

Metallica – For Whom the Bell Tolls

Beatles- While My Guitar Gently Weeps

Jet-  Get me Outta Here

The Strokes – Heart in a Cage

 

É isso, pessoal.

E quem quiser continuar a lista, é só deixar nos comentários.

A Garota Desconhecida

Cada um se cura como pode…

O peso da consciência exigindo justiça, as dores do passado modelando o presente.

Uma médica inconformada com a morte de uma jovem desconhecida que, em certa medida teve sua contribuição; um estagiário fazendo da medicina o antídoto para seus traumas de infância.

O filme não é nenhuma proeza de atuação, fotografia ou roteiro, mas a história prende. O jeito seco, típico do cinema francês, é sentido do início ao fim, inclusive nos momentos de mais emoção.

Eu gosto disso. Acho as presepadas cênicas, muito frequentes na dramaturgia latina, um excesso difícil de engolir. E já notei que todos os atores que mais admiro são sintéticos, sóbrios, porém, muito incisivos em sua atuação.

Como disse a diva, Clarice Lispector, “que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho”. Anthony Hopkins e Fernanda Montenegro que o digam.

Voltando à trama, o que mais me intrigou foi a overdose de realismo mostrado em todas as cenas. Saí do cinema cheia de questões:

Como uma simples atitude pode contribuir para uma tragédia…

Não muito raramente, nosso instinto de autopreservação se choca com o senso de justiça. Quem nunca se atormentou entre salvar sua pele e fazer a coisa certa?

E por que fazemos o que fazemos? Somos de fato generosos ou praticamos o bem para nós mesmos através dos outros?

Perguntas, muitas perguntas…

Filmes como este são um ótimo corta-santidade justamente por trazer à tona o humano que nós somos – confuso, vacilante, contraditório – e não aquele que gostaríamos de ser. E pensar nisso me fez lembrar de um documentário, postado aqui, no qual uma das participantes deu uma das declarações mais sinceras e humildes que já ouvi.

Ela, judia salva ainda criança por um soldado alemão, disse algo mais ou menos assim:

“Ele arriscou sua vida, a única que tinha, para salvar a minha. Eu não sei se faria o mesmo no lugar dele. Gostaria de dizer que sim, mas não posso.”

Acho que só uma pessoa muito desavisada de si mesma confia na eficácia absoluta de suas virtudes, todas as outras se vigiam e torcem para que a imprevisibilidade de suas escolhas e os reveses da vida não as arrastem para um lamaçal de dor, remorso e degradação moral.

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Delícias de São Paulo

Ah, como o bicho homem se encanta por agrados aos olhos e ao estômago!

Comer, beber e namorar as decorações de lugares bem apanhados é um aconchego na alma.

Casa Bauducco

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Muuuitos panettones, cookies, biscoitos, chás, cafés e alguns salgados. Tudo cuidadosamente decorado. Conheço a unidade do shopping Vila Olímpia, mas para conferir as outras localidades, é só clicar aqui.

Talchá

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Outro lugar pra se sentir bem aninhado e servido.

Amantes de chá (como eu), lá vocês vão encontrar umas quinhentas mil variedades nacionais e internacionais para tomar no local e/ou comprar latinhas, frascos ou sachês.

Outra coisa legal é a opção de tomar o chá quente ou gelado. Confiram aqui mais detalhes e os endereços.

Saindo dos lanchinhos, vamos falar de comida quase turca porque eu saí da Turquia, mas ela não saiu de mim. 🙂

Restaurante Kalili

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O único restaurante árabe em que já comi aqui em São Paulo. Comida boa e variada, algumas opções na brasa, além de quibes e esfirras.

Dá para fazer um lanche ou comer uma refeição completa. Gostei.Só sinto falta de um tempero mais carregado.

Há unidades nos shoppings Pátio Higienópolis, Bourbon, Vila Olímpia, etc.

E se a consciência pesar, uma horinha de bike no Parque do Povo, que é lindo, amplo e bem localizado.

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E se os olhos quiserem variar, Cine Itaú da Augusta (ou melhor, cines, porque são dois quase de frente um pro outro) com filmes e documentários fora da curva e novas referências.

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Sou novata por aqui, mas ando me achando com muita facilidade neste caldeirão de opções culturais e estéticas.

Nasci carioca, mas desconfio que meu temperamento é mais paulistano.

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