Temos Smart Phones, Mas e o Tato?

"As pessoas não se olham mais no metrô, nas ruas." Ouvi essa frase de uma senhora uns meses atrás e na época achei meio exagero. Que tonta, eu!! Ela estava coberta de razão. O pessoal parece um zumbi hipnotizado pelo efeito smart phone, com a cara enterrada na tela como se o barato da vida... Continue lendo →

Com a casa nas costas

Já me corroeu perceber que em parte alguma há um lar derradeiro; aquele que me conteria com autoridade e esperança na infinitude.   Mas será que minhas noções de pertencimento podem ser assim tão convictas? Se eu arranhar o topo dos afetos físicos e sutis que sinto a ponto de expô-los e revirá-los, o que... Continue lendo →

E o livro sai quando?

Escrever em si é simples, principalmente, para quem faz disso um hábito há pelo menos duas décadas. Mas pelo que escrever? Que rumo e gosto dar às sucessivas correntes que me cortam? E que propósito agregar a essa vocação? Aliás, vale a pena ter uma finalidade clara e prática para minhas subjetividades? Ou seria melhor... Continue lendo →

E se tudo der errado?

Os desejos mais entranhados acalentam e desesperam porque são ninho e nudez. Se vivemos apenas sua forma encenada, que reside nos sonhos a olhos despertos, mas que em nada modifica o transcorrer da vida, eles simplesmente amornam a frieza dos dias banais multiplicados em lotes na rua, na cama e no trato com os outros;... Continue lendo →

E o que os outros vão pensar?

Quem não vive com essa frase ecoando na cachola que pegue sua carteirinha de iluminado(a) e ascenda ao céu imediatamente! Somos todos podados pela influência dos outros, somos todos criadouros das vozes do mundo, que surgiram primeiramente na forma de mãe/pai e, com o tempo, foram se multiplicando e adquirindo mais complexidade. Até certo ponto,... Continue lendo →

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