Dá ou não dá pra defender?

As pessoas são o que são. Eu sou o que sou dentro deste núcleo primordial e formador. O estilo da roupa, eu mudo. O jeito de contornar a linha d'água do olho também, mas o modo de existir no sentido mais íntimo da coisa, aquele lado de dentro tão dentro que os outros nem notam,... Continue lendo →

O dia em que o rio jorrar

Por milênios se ensinou:   Homens, as mulheres lhes pertencem!   É sua obrigação ampará-las, mas vocês também podem trancá-las, usá-las, domesticá-las, penetrá-las à força, despojá-las de toda autonomia e autoestima, impedi-las de conquistar o que quer que seja sem a sua supervisão e/ou consentimento.   Mulheres, se curvem!   Abaixem os olhos e a... Continue lendo →

Minhas Bodas de Lã com a Tradução Técnica

Em setembro agora eu completo 7 anos traduzindo invenções. Sete longos anos "lidando" com algumas das mentes mais brilhantes do mundo capazes de inventar e/ou aprimorar sistemas, aparelhos, software. Enfim, tecnologia de ponta que reconfigura a maneira como você e eu vivemos, comemos, somos operados, nos locomovemos. Tenho preferência pelos textos da área médica que... Continue lendo →

Sabe-se lá no fundo

Da porta pra dentro, o que me engrandece é esta subjetividade bem construída e amparada no que me parece genuíno. Saber-me indivíduo solto e às vezes descontinuado da cultura, com vontades e demandas próprias antes de seguir a manada porque o mundo e as ideias dos outros nem sempre coincidem ou favorecem meu rumo. Ah,... Continue lendo →

Temos Smart Phones, Mas e o Tato?

"As pessoas não se olham mais no metrô, nas ruas." Ouvi essa frase de uma senhora uns meses atrás e na época achei meio exagero. Que tonta, eu!! Ela estava coberta de razão. O pessoal parece um zumbi hipnotizado pelo efeito smart phone, com a cara enterrada na tela como se o barato da vida... Continue lendo →

Com a casa nas costas

Já me corroeu perceber que em parte alguma há um lar derradeiro; aquele que me conteria com autoridade e esperança na infinitude.   Mas será que minhas noções de pertencimento podem ser assim tão convictas? Se eu arranhar o topo dos afetos físicos e sutis que sinto a ponto de expô-los e revirá-los, o que... Continue lendo →

E o livro sai quando?

Escrever em si é simples, principalmente, para quem faz disso um hábito há pelo menos duas décadas. Mas pelo que escrever? Que rumo e gosto dar às sucessivas correntes que me cortam? E que propósito agregar a essa vocação? Aliás, vale a pena ter uma finalidade clara e prática para minhas subjetividades? Ou seria melhor... Continue lendo →

E se tudo der errado?

Os desejos mais entranhados acalentam e desesperam porque são ninho e nudez. Se vivemos apenas sua forma encenada, que reside nos sonhos a olhos despertos, mas que em nada modifica o transcorrer da vida, eles simplesmente amornam a frieza dos dias banais multiplicados em lotes na rua, na cama e no trato com os outros;... Continue lendo →

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