Paulistando Com Gosto

Faz quase dois anos que você me engole de um jeito intrigante. Points artes caminhadas gramados lojas cinemas cursos eventos. Tudo tão diverso e simultâneo que chega a dar uma agonia só de pensar no que eu nem sei que perdi enquanto dormia, trabalhava ou lia As Aventuras de Sherlock Holmes jogada na cama. Gosto... Continue lendo →

Miss Fêmea Existe?

Assisti a um debate curioso entre uma ex-feminista e uma feminista vereadora. Esperava mais das duas e também da mediadora. Achei a conversa um pouco rasa e desorganizada. Mas já é um começo e nada nasce pronto. Não faz muito tempo que tudo sobre nós era quase que exclusivamente pensado e divulgado por homens. Da... Continue lendo →

Não é só cabelo

Como teve coragem de cortar o cabelo tão pequeno?" Pesquisando bastante no YouTube, seguindo meninas sensatas que já tinham passado pela transição e respeitando o meu próprio tempo. "Deve dar um baita trabalho cuidar de um cabelo cacheado assim, né?"  De jeito nenhum. Só tive que ter um pouco de paciência pra descobrir do que... Continue lendo →

Era tão importante. Preferi que calasse

  Ontem à tarde escrevi à mão num café qualquer me lembrando que nem tudo é   control+C, control+V fast-food fast-fashion aplicativos algoritmos.   Há muito de analogicamente orgânico pulsando por aí sem querer ser lido nem compartilhado. Como ecos de uma intimidade que dispensa plateia.   O lado de dentro da porta a senha do... Continue lendo →

Um Prego no Meio da Rua

A gente pensa que supera... Para certas perdas não há tal coisa. Comecei a ler este livro sem saber do enredo e, pra minha surpresa, ele começa com o drama de um senhor que acabou de perder sua esposa depois de 48 anos de casamento. Como não lembrar do meu velhinho que se foi em... Continue lendo →

Nada a ver como era antes

Um dia acreditei na permanência das coisas, do semblante no espelho a pessoas achegadas. Tudo um arquivo vivo de escaninhos feitos pra durar. Um dia, que foi anteontem, pensava me conhecer como se fosse um cômodo por onde se faz inventário com os olhos das medidas, mobília, enfeites e até da incidência de luz sobre o sofá de... Continue lendo →

A Paz dos 30 não Tem Nome nem Muros

É qualquer coisa de mais mansa e desafetada como chuva miúda que molha, mas sem estrago.   Os dias vão ficando assim menos sensacionalistas, com o olhar se demorando um pouco mais em pormenores como se visse uma pintura momentânea e por isso agisse para estar alinhado, sorvendo suas tintas e lombadas. É mais bonita a... Continue lendo →

Temos Smart Phones, Mas e o Tato?

"As pessoas não se olham mais no metrô, nas ruas." Ouvi essa frase de uma senhora uns meses atrás e na época achei meio exagero. Que tonta, eu!! Ela estava coberta de razão. O pessoal parece um zumbi hipnotizado pelo efeito smart phone, com a cara enterrada na tela como se o barato da vida... Continue lendo →

Desmanche

Chega às vezes ao ponto do Nada Aquela instância de viver em que não se pretende ocupar muito espaço no mundo porque o silêncio firmou-se como o auge, o absurdo de acúmulo em experiência tátil com a vida. Vida... Imediata, sem pontes nem grades.... Um diluir-se mesclar-se sujar-se com os odores e volumes dos outros Um... Continue lendo →

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