Que cabelo é esse?!

"Agora prepare-se para as hostilidades, menina" Foi o que eu disse à mim mesma depois de tosar a juba meio crespa, meio alisada. Até entrar em transição, eu nunca tinha parado para analisar essa peculiaridade da cultura brasileira: O cabelo que cresce cacheado ou crespo na cabeça de uma enorme parcela das brasileiras é adestrado... Continue lendo →

E o livro sai quando?

Escrever em si é simples, principalmente, para quem faz disso um hábito há pelo menos duas décadas. Mas pelo que escrever? Que rumo e gosto dar às sucessivas correntes que me cortam? E que propósito agregar a essa vocação? Aliás, vale a pena ter uma finalidade clara e prática para minhas subjetividades? Ou seria melhor... Continue lendo →

E se tudo der errado?

Os desejos mais entranhados acalentam e desesperam porque são ninho e nudez. Se vivemos apenas sua forma encenada, que reside nos sonhos a olhos despertos, mas que em nada modifica o transcorrer da vida, eles simplesmente amornam a frieza dos dias banais multiplicados em lotes na rua, na cama e no trato com os outros;... Continue lendo →

Não vou fingir que te amo

Não vou fingir que te amo nem esperar que faça o mesmo por mim. Está tudo bem desse jeito bem rústico. E não seríamos os primeiros. Amor verdadeiro é coisa tão tinhosa e se escora em tantas variantes, que não se mistura a essas cafonices sociais emporcalhadas de fingimentos convenientes. Ele, o amor, é insubmisso... Continue lendo →

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